
Durante a comunicação de Clara Roque do Vale já os participantes, no Simpósio, "estavam em pulgas" para para participar no debate.Clicar na imagem para uma melhor leitura
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“ (...) A análise das produções de carne de bovino ao longo dos seis anos revela uma estabilidade para todas as carnes, à excepção da Carnalentejana que teve o seu pico máximo em 2003, registando uma quebra muito significativa de 2003 para 2004 e retomou o crescimento de 2004 para 2005. Esta é a carne com maior produção anual de carne de bovino de qualidade na região”.
“ (...) Segundo dados da DRAPAL, a vinha no Alentejo ocupa uma área próxima dos 22.000ha.
A área média de vinha por exploração é de 7,0ha, enquanto que a média nacional é de 1,15ha.
A idade média das vinhas é bastante baixa, comparativamente com todas as outras regiões. As vinhas plantadas antes de 1970 apenas representam 9% do total, enquanto que as vinhas plantadas após 1990 representam 54%.
É interessante verificar-se que nos últimos dez anos (1997-2006), a área total de vinha no Alentejo aumentou 66,5%, a área média de vinha por exploração duplicou (passou de 3,4ha para7,0ha) e a produção aumentou 221%.
Obviamente que a importância da cultura também sofreu alterações significativas. Em
“ (...) A produção total de vinho em 2006 foi de
Dada a forte tendência do mercado para consumo de vinhos tintos, verificou-se, nos últimos dez anos, uma inversão na produção de vinhos brancos.
Se em 1995 e
O vinho rosé começou a ser produzido na região há seis anos, mas ainda tem uma expressão ínfima (cerca de 0,5%).
O sector cooperativo, representado por 6 adegas, é forte, suportado genericamente por unidades de transformação bem dimensionadas, verificando-se uma concentração geográfica no distrito de Évora (Borba, Redondo, Reguengos e Mourão), o que é perfeitamente lógico atendendo que a maioria da área vitícola também se localiza nesse distrito.
As adegas cooperativas transformam actualmente 56% da produção, estando os restantes 44% repartidos por 188 produtores.
Relativamente à dimensão dos produtores, de acordo com as produções declaradas na campanha 2006/2007, refira-se que apenas onze (grupo onde se integram cinco das adegas cooperativas) produzem mais de um milhão de litros, os quais são responsáveis por 71,6% da produção total; existem no entanto 107 produtores com dimensões inferiores a cem litros”.
“ (...) Não obstante o grande esforço de internacionalização efectuado ao longo de vários anos pelos produtores, conjuntamente com a CVRA, ANDOVI e ICEP, o principal mercado dos vinhos do Alentejo continua a ser o mercado nacional, o qual representa, em termos médios, 90% do total comercializado.
De qualquer forma resta-nos a satisfação de saber que, em Portugal, em cada duas garrafas de vinho consumidas uma é do Alentejo”.



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