domingo, 7 de agosto de 2011

“In Concreto” pisou território “Da Resistência”



Na companhia das simpáticas jovens Renata Medeiros e Joana Duarte Silva, estiveram em território “Da Resistência” os autores do irreverente blogue o In Concreto, mais concretamente Tibério Dinis, Tiago Gonçalves e Rui Ataíde.

Ainda no Museu do Vinho da Casa Agrícola Brum Lda. tiveram a oportunidade de se inteirarem dos reais problemas da vitivinicultura biscoitense, fazendo in loco uma análise sensorial a um dos vinhos ali produzidos. 

sábado, 6 de agosto de 2011

I Congresso Internacional da Rota do Românico



Numa organização da Rota do Românico, da Associação de Municípios do Vale do Sousa e da Associação de Municípios do Baixo Tâmega terá lugar, em Lousada, de 28 a 30 de Setembro p.f. o I Congresso Internacional da Rota do Românico.

Este evento contará com personalidades âmbito internacional ligadas à temática  da arte românica, da conservação e salvaguarda do património, das artes tradicionais, do património intangível, do turismo e do desenvolvimento regional.

“Um território materializa a lembrança de um acontecimento. As suas marcas identitárias, expressas em criações e formas de apropriação do espaço pelo Homem, são reveladoras dos valores, modos de vida e experiências das comunidades que o construíram, habitaram e vivenciaram.

Vestígio de uma memória coletiva e de uma identidade, o Património afirma-se como um recurso insubstituível e propulsor de dinâmicas locais, regionais e nacionais. A sua proteção, valorização e uso, seja com objetivos sociais, científicos ou didáticos, perfilam-se como paradigma central das estratégias de desenvolvimento do território.  

O Património de matriz românica representa um exemplo magistral de identidade cultural e territorial. Modelo artístico associado à génese da Europa, o Românico assume significado maior no território do Tâmega e Sousa ao estar intimamente ligado às gentes e famílias que protagonizaram a fundação da Nacionalidade portuguesa.

A conservação e promoção deste importante legado patrimonial tem norteado a atuação da Rota do Românico, procurando esta, numa missão mais ampla, constituir-se como fator de coesão social e alavanca do desenvolvimento integrado do Tâmega e Sousa. Um desenvolvimento que não se pode dissociar do reforço da atratividade turística da região, assente na dinamização de um produto, a Rota do Românico, capaz de assumir um papel de excelência no âmbito do touring cultural e paisagístico.   

Ao considerar fundamental a investigação, o debate e a disseminação de conhecimento, pretende-se que este I Congresso Internacional da Rota do Românico constitua um momento de alargada discussão e reflexão, de caráter multidisciplinar, dedicado ao Património e ao seu papel no desenvolvimento e promoção dos territórios.”  

Fonte: Congresso, Rota do Românico.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O Vinho e a Saúde: Os três paradoxos (3)


Por: Mário Saraiva Pinto *


Foi para combater este “paradoxo português” que se constituiu, em 1994, a LASVIN – “Liga dos Amigos da Saúde e do Vinho”, associação cívica sem fins lucrativos, a nível nacional, que persegue os seguintes objectivos:

a) Divulgação dos resultados de trabalhos de investigação cientifica, sobre a constituição do vinho e seus efeitos benéficos na saúde humana;
b) Promoção da defesa do Vinho, relacionando o seu consumo moderado com a defesa da Saúde, através de campanhas informativas, colóquios e simpósios;
c) Avaliação e divulgação do consumo moderado como factor de melhoria da qualidade de vida.


Para alcançar estas metas, a LASVIN congrega, no seu Conselho Cientifico alguns nomes importantes da Medicina Portuguesa actual, muitos deles professores universitários, de várias especialidades, tais como a Cardiologia, o Nutricionismo, a Psiquiatria, a Gastroenterologia, a Medicina Interna, etc.

A LASVIN dispõe também de um Conselho Cultural que promove a divulgação da importância da Vinha e do Vinho na História e na Cultura dos povos, e das suas ligações às Artes, à Literatura, à Economia, às Religiões, através da publicação de trabalhos que abordam aqueles temas nas suas várias vertentes (histórica, cultural, social e económica).

8- Mas a LASVIN julga que informar não basta; é também preciso formar.
Por isso, por um lado, organiza “espaços” de amplo debate e divulgação, como o recente Simpósio Internacional “Benefícios do Vinho, Malefícios do Álcool”, realizado no Porto, em Junho passado, e que, entre outros contou com a presença do eminente Prof. Jack Masquelier, da Universidade de Bordéus que, como atrás se disse, foi o grande iniciador as pesquisas cientificas que vieram desembocar na descoberta do “paradoxo francês”.

Por outro lado, com a colaboração da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto, do Instituto Superior Politécnico de Gaia (ISPGAYA) e do Colégio dos Carvalhos, a LASVIN está também a desenvolver duas acções de carácter pedagógico, o “Projecto Júnior” e o “Programa Sr. Limite”, que partem da mesma premissa; a preservação do alcoolismo deve passar pela educação e formação dos jovens, a partir dos 12 anos. (Isto, sem esquecer que o consumo habitual de vinho ou de outra qualquer outra bebida alcoólica só se aconselha a partir dos 18 anos).

Estas acções estão a ter como sedes preferenciais as Escolas Secundárias e Superiores, e nelas pretende-se ensinar a degustação de vinhos, focando a qualidade e, sobretudo, o controlo pessoal em termos de consumo responsável e equilibrado dos mesmos.

Por outro lado, e atendendo a que os adolescentes são, nomeadamente nos locais de diversão nocturna que frequentam, um dos alvos preferenciais das campanhas de publicidade das cervejas, e das bebidas destiladas com elevado teor alcoólico, faz-se também a pedagogia dos limites consumo das mesmas e dos perigos da sua ingestão em demasia, como, aliás, acontece com todos os tipos de bebidas que contenham álcool.

Em resumo, pretende-se fazer a formação dois jovens em termos dos benefícios que advém da ingestão alcoólica, balizando, tanto quanto possível, os limites máximos considerados prudentes para a ingestão de cada tipo de bebida.

9- Desnecessário será sublinhar a importância de uma associação como a LASVIN parta um país como Portugal, em que, não obstante ser um dos mais importantes produtores mundiais de Vinho, a falta de conhecimento do cidadão, médio sobre a matéria á confrangedora, o que torna alvo fácil de todo o tipo de “manobras” (des)informativas, quase sempre tendenciosas  e ao serviço de poderosos “lobbies” cujos interesses colidem com os do Vinho.

Esperamos que os Organismos Públicos, Entidades oficiais e privadas, Federações e Associações empresariais, empresas do sector vitivinícola e de outros a ele ligados e, enfim, todos quantos se interessam pelo Vinho, se dêem conta da relevância desta iniciativa e dos reflexos que a ela não deixará de ter na Saúde Pública, na Economia, na Cultura e na Sociedade Portuguesa, onde este produto extraordinário e único que é o Vinho ocupa proeminente desde tempos imemoriais. 

* Festa da Vinha e do Vinho dos Biscoitos – Setembro 1995
Publicado no conceituado jornal angrense “A União” de 14 de Setembro de 1995


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O Vinho e a Saúde: Os três paradoxos (2)


Por: Mário Saraiva Pinto

5- Passemos agora ao “paradoxo americano”.

Apesar de os Estados Unidos dispensarem anualmente milhões de dólares em cuidados de saúde, de terem promulgado ferozes restrições anti-tabágicas e de aí proliferarem sofisticados “health-clubs”, todos os anos mais de 500.000 americanos morrem de doenças cardíacas (40% dos quais têm morte como primeiro sintoma). A este número haverá que acrescentar, ainda, o de mais de um milhão de estadunidenses que, cada ano, sofrem enfartes do miocárdio, a eles sobrevivendo, embora muitas vezes irremediavelmente debilitados para o resto das suas vidas.

Razão principal de tal “razia”: o argumento de que o seu ritmo de vida não lhes deixa tempo para cozinhar, os americanos criou uma gigantesca indústria de “techno-food”, ou seja, de produtos alimentares manufacturados (“comida de plástico”, diríamos nós) cujo uso e abuso é generalizado. Qualquer visitante atento dos estados Unidos pode detectar, visualmente, os seus efeitos: em nenhum outro país do mundo se devem poder encontrar tantos obesos por metro quadrado!


Se bem que haja alguns sinais animadores (por exemplo, após a transmissão de um programa sobre o “paradoxo francês” por uma cadeia televisiva com cobertura nacional, o consumo de vinho tinto e de azeite subiram em flecha), não é previsível uma mudança drástica de hábitos a curto prazo: é que a filosofia de saúde americana está baseada na intervenção e não na prevenção, e isso tem um preço (que, por sinal, e infelizmente, é bem alto, em sentido real e figurado).

Mas o pior é que a febre da “techno-food”, ataca universalmente, e também uma Europa “adormecida” começou a sentir já “arrepios” correspondentes. Com efeito começa a ser vulgar uma família inteira entrar num centro comercial e dirigir-se a um qualquer “mac-restaurante” da respectiva Praça da Comida, onde cada membro come o seu hambúrguer, empurrado por uma inevitável “qualquer cola”. Depois, andam umas dezenas de metros e entram numa sala de cinema, onde acompanham  o filme eleito bebendo uma segunda “cola qualquer” e mastigando ruidosamente pipocas açucaradas…
Será que iremos despertar a tempo?

6- Finalmente, debrucemo-nos sobre o que consideramos ser o “paradoxo português”, sendo Portugal o 8º produtor mundial de Vinho, triste é verificar quão mal tratado é o produto, nomeadamente em termos de imagem, umas vezes por acção e outras por omissão.

a) Por acção, porque todos os dias somos atropelados com mensagens enganosas em que, por ignorância ou má-fé, se confundem, sistematicamente, os malefícios do consumo exagerado de álcool com a ingestão de vinho, “tout court”. Basta ver os “placards” que bordejam as nossas estradas em que, ilustrando a frase “se conduzir, não beba”, aparece um copo de vinho tinto, de onde se depreende que uma gota de sangue da mesma côr. É certo que a Cor da cerveja e das bebidas destiladas não se presta a este tipo, fácil e irresponsável, de fazer associações cromáticas, mas produzir cartazes assim é reprovavelmente anti-ético e demagógico. Além de que, porque alimentam a falta de esclarecimento da maioria da população, é igualmente anti-pedagógico.

b) Por omissão, porque os resultados das pesquisas médico-cientificas (em que de forma clara, como atrás se disse, aparecem plasmados os efeitos positivos do consumo moderado de vinho sobre a preservação e melhoria das condições de saúde humana e a prevenção de várias enfermidades) se limitam a circular nos restritos círculos académicos em que tais estudos se realizam, sem que o grande público a eles tenha acesso, de forma fácil e inteligível.

Continua

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Tristão Freire de Andrade (1945-2011)

No passado dia 29 de Maio, faleceu no Hospital de Angra do Heroísmo, aos 65 anos de idade, Tristão Manuel Ferreira Freire de Andrade casado com D. Luísa Maria Rato Rosa.

Tristão Freire de Andrade foi artista multifacetado cultivando sobretudo a pintura e a serigrafia, Trabalhou com destacados nomes da arte, como António Inverno.
 Deixou obra nesses campos e também no desenho. Possuía um notável sentido estético e decorativo de bom gosto.

Criou Ex-Líbris para figuras açorianas, alguns dos quais mais tarde gravados a buril por Mestre Paes Ferreira, contribuindo assim para o desenvolvimento desta modalidade na Região.

Fixou-se em Angra na década de 70, ministrando cursos de serigrafia (Casa da Cultura). Foi funcionário da Direcção Regional da Cultura e do Museu de Angra. 

Colaborou como conselheiro gráfico em publicações produzidas por empresas tipográficas. Foi amante, na juventude, de diversas modalidades desportivas que praticou. Possuía brevet de aviação civil e carta náutica de patrão de alto mar.

Ideologicamente, sempre se afirmou monárquico. Foi um dos 18 Confrades Fundadores da Confraria do Vinho de Verdelho dos Biscoitos, tendo desenhado o Ex-Líbris para uso nas obras da sua Biblioteca, tendo sido também autor dos diplomas em uso pela mesma associação enófila.

Em 1993 publicou o livro in consequências referindo passagens da sua vida entre 1970 e 1972: “escrevinhei algumas páginas sem sequência e fiz estes bonecos com sequência”.

No Capítulo – geral da Confraria do Vinho de Verdelho dos Biscoitos, que teve lugar em 12 de Julho p.p., foi proposto pelo Confrade Fundador Luís Brum, um voto de pesar pela sua prematura morte, que foi aprovado por unanimidade.

A D. Luísa Rato Rosa, sua viúva, e sua Mãe, filho e neto, bem assim restante Família, as nossas condolências. JBB

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O Vinho e a Saúde: Os três paradoxos



















Por: Mário Saraiva Pinto

1- Todo o bom contador de anedotas inclui no seu reportório um bom número daquelas em que se fazem comparações entre os comportamentos de cidadãos de várias nacionalidades, face a situações concretas, nas quais se plasmam, de forma jocosa, idiossincrasias especificas, existentes na realidade, ou apenas na ideia que fazemos dos outros.
Estas estórias têm um denominador comum: o “bom da fita” é sempre o português, o qual, nas mesmas, desempenha invariavelmente o papel do mais esperto, do mais criativo, do mais expedito, daquele que leva a palma a todos os demais…

2- O tema que hoje vamos aqui abordar, sendo extremamente sério, permite todavia fazer, também, o cotejo entre três tipos de “comportamento nacional” face à importante questão que é a ligação existente entre o Vinho e a Saúde, ou seja, a dos efeitos do consumo moderado de Vinho sobre a Saúde humana.

Infelizmente, neste caso, e ao contrário do que sucede nos chistes, o “desempenho” português deixa bastante a desejar…

3- O que nos propomos comparar é a “atitude” das sociedades francesa, norte-americana e portuguesa relativamente ao consumo de Vinho, e as repercussões daí decorrentes sobre o estado sanitário das respectivas populações. Cada uma delas apresenta, como veremos, componentes e/ou efeitos contraditórios. Daí, a referencia aos “três paradoxos” no título que escolhemos para a nossa exposição.

4- Comecemos pelo famoso “paradoxo francês”. Em que consiste ele afinal? No facto de, não obstante o estilo de vida gaulês médio incluir uma alimentação com elevada ingestão de gorduras, um consumo importante de tabaco e uma notável ausência de exercício físico, tudo significativos factores de risco acrescido de doenças coronárias, a população de França é a que apresenta menor taxa de mortalidade por aquele tipo de doenças, entre todos os países industrializados do Ocidente.

O segredo, asseveram-no os médicos e cientistas que têm estudado o fenómeno, está na “dieta mediterrânica” praticada pelos franceses, na qual, para além do consumo de fruta e legumes frescos e do azeite, desempenha um papel muito importante a ingestão regular de quantidades moderadas de vinho, nomeadamente tinto, a acompanhar as refeições.
Os resultados dos primeiros estudos científicos a que, sobre esta matéria, procedeu o Prof. Jack Masquelier, na década de 50, na Universidade de Bordéus, foram, mais recentemente, confirmados e ampliados pelas conclusões a que chegou um estudo médico prospectivo realizado pelo Dr. Serge Renaud, director da Unidade de Investigação em Fisiologia Vascular e Nutrição do INSERM em Lyon (França). Estas, por sua vez, foram posteriormente comprovadas pelo projecto MONICA, desenvolvido pela Organização de saúde em quarenta centros repartidos por todo o mundo (incluindo 3 franceses, cujos resultados foram comparados com os dos outros centros).

Tais conclusões permitem poder afirmar-se que beber vinho habitualmente, de forma moderada, previne as doenças cardíacas do tipo coronário em 50%.

Muitas pessoas se perguntarão: em que consiste, quanto é a ingestão moderada de vinho?

Para responder a esta questão haverá que ter em conta, antes do mais, alguns parâmetros relativos ao bebedor, nomeadamente sexo, envergadura física (sobretudo o peso corporal), estado de saúde, tipo de trabalho que executa (físico ou intelectual), e eventuais predisposições pessoais físicas ou psíquicas relativamente ao consumo de álcool.

Depois haverá que atentar em parâmetros respeitantes à bebida, particularmente o seu grau alcoólico e as circunstâncias de sua ingestão (a acompanhar refeições ou fora destas). Embora não haja consenso às quantidades, muitos investigadores opinam que, em condições normais, um homem poderá beber diariamente quatro medidas de vinho com 11º/12º de álcool (o que corresponde a cerca de 50cls.), enquanto uma mulher poderá consumir metade daquela quantidade, ou ligeiramente mais (25ª 30 cls.).

É ainda recomendável que nunca se beba em jejum ou com o estômago vazio. O vinho deverá ser ingerido durante as refeições.

Continua

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Efemérides açorianas – Agosto

Ilha Terceira - Hospital de Santo Espírito

1.1974- É reduzido para 35 horas semanais o trabalho semanal dos funcionários bancários.

2. 1961- É inaugurado o Hospital de Santo Espírito de Angra do Heroísmo.

3.1974- Sob a presidência do vereador mais antigo, Luís Brandão, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo delibera mudar os nomes da Praças Cavaleiro Ferreira e Arantes e Oliveira para Almeida Garrett e Dr. Sousa Júnior respectivamente.

4. 1957- É lavrada a escritura da Adega Cooperativa da ilha Graciosa.

5. 1947- A SATA- Sociedade Açoriana de Transportes Aéreos promove o voo inaugural, entre São Miguel e Santa Maria com o seu primeiro avião, o “Açor”, que se despenha no mar resultando a morte da tripulação e dos passageiros.

6.1974- Por ter sido colocado na Repartição de Finanças do Funchal, segue para aquela cidade o Sr. Guilherme Manuel Meneses de Lima, natural da freguesia de Agualva, concelho de Praia da Vitória.

7. 1931- É colocada, na cidade da Horta, a primeira pedra da “Sociedade Amor da Pátria”, uma obra do arquitecto Norte Júnior.

8.1974- Após ter gozado férias na sua casa de Terreiros, ilha de São Jorge, regressa com sua esposa, a Tulare o Comendador Mancebo.

9. 1974- É submetido a intervenção cirúrgica no Hospital de Santo Espírito, em Angra do Heroísmo, Ricardo Jorge Machado Mendes da Rosa.

10. 1998- A Junta de Freguesia de S. Mateus da Calheta, concelho de Angra do Heroísmo, lança ao mar, depois de reparados, o bote baleeiro “Maria Cecília” e a lancha da baleia “Marta Adriana”.

11. 1974- Encontra-se na ilha Terceira a equipa de futebol do “ Hanford Académica Soccer Tram”.

12. 1974 – Acompanhado de seu irmão Mons. Manuel Vieira Alvernaz, pastor da Igreja do Sagrado Coração de Jesus de Turlock, Califórnia, encontra-se na sua casa da Baixa, Ribeirinha, ilha do Pico, D. José Vieira Alvernaz, venerando Patriarca das Índias.

13. 1999- É inaugurada na Praia da Vitória uma exposição de José Quintanilha, denominada “Espaços Formas e Cores”.

14. 1974- Celebra o centésimo aniversário natalício Maria Úrsula do Carvalhal Borba nascida na freguesia de Santa Catarina, Ilha de São Jorge.

15. 1926- Publica-se primeira vez, na Praia da Vitória, o jornal “Voz da Praia”.

16. 1974- Está em Angra, de visita a seu avô Luís Gaspar de Lima, António Lima Tovim que se encontra no Ultramar em comissão de serviço militar.

17. 1993- Atleta terceirense realiza, com êxito, a primeira travessia em canoa entre as ilhas Terceira e S. Miguel.

18. 1974- Numa capoeira de um particular, no Caminho da Fajã, Ponta Delgada (ilha de São Miguel), encontra-se um ovo de grandes grandes dimensões: 6,5 cm de comprimento por 4,5 de largo, pesando 35 gramas. Mostra duas gemas e, entre estas, um outro ovo.

19. 1807- Uma ordem circular do bispado d’Angra ordena que apenas se preguem nas portas das igrejas papéis respeitantes à disciplina eucarística.

20. 1967- É inaugurado o edifício dos Paços do Concelho das Lajes, na ilha das Flores.

21. 1974- Chega a Angra do Heroísmo o Ministro da Administração Interna.

22. 1974- O Dr. Oldemiro Figueiredo é empossado Governador Civil do Distrito de Angra do Heroísmo.

23. 1914- Nasce na freguesia da Serreta, concelho de Angra do Heroísmo, Hiricano Mendes Romeiro, lavrador, dos poucos que iam à fonte da água azeda.

24. 1674- Depois deter estado deportado na ilha Terceira regressa ao Continente el-rei D. Afonso VI, sendo enclausurado em Sintra.

25.1974- É membro da “American Malacologiacal Union” o micaelense Rev.º Padre António Manuel Frias Martins, professor de Ciências no Seminário – Colégio de santo Cristo em Ponta Delgada.

26. 1974 – É nomeado Director – geral das Alfandegas o terceirense Dr. João Cardoso Borges.

27. 1893- É inaugurado o primeiro-cabo submarino (Faial/Lisboa).

28. 1974- Cessa funções de revisor do jornal micaelense “Correio dos Açores” o Dr. João Anglin.

29. 1661- Chega à baía d’Angra a esquadra da Baía (Brasil) com 42 navios, assim como outra vinda de Pernambuco com 20 navios, e ainda mais outra da Índia com 12 barcos carregados de especiarias.

30- 1974- É nomeado ouvidor da Vila da Calheta, ilha de São Jorge, o Reverendo Padre Dr. António Rogério de Andrade Gomes.

31. 1974- Chega à ilha Terceira Mário Soares, secretário-geral do P.S.P. – Partido Socialista Português.