terça-feira, 4 de agosto de 2009

Linguística Açoriana

Professora Lurdes Moutinho no Museu do Vinho da Casa Agrícola Brum

Os Açores estão a ser alvo de um interessante e global projecto de investigação e de recolha de dados linguísticos, levado a cabo pela Universidade de Aveiro. Trata-se do Atlas Multimédia Prosodique de l'Espace Roman (AMPER), que se insere numa pesquisa que envolve diversas Universidades europeias, tendo como principal objectivo o estudo da organização prosódica das variedades faladas no espaço dialectal românico, como em Portugal, Espanha, Itália, França ou Roménia.
O objectivo é contribuir para um conhecimento mais aprofundado da variação prosódica da Língua Portuguesa, além de disponibilizar na Internet o corpus que poderá vir a possibilitar futuras investigações a diversos níveis da análise linguística.
A pesquisa relativa à variação prosódica do Português é coordenada pela Professora Lurdes de Castro Moutinho, do Centro de Investigação de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro. A Professora Moutinho encontra-se este mês nas ilhas dos Açores com o intuito de recolher amostras da “Língua Açoriana”, ou seja, as diferentes pronúncias, fonéticas e musicalidades da fala. Tudo isto, inserido na pesquisa que tem vindo a ser continuamente desenvolvida. Apesar desta variação prosódica ser significativa mesmo entre as diferentes ilhas, a recolha é subtraída apenas consoante os grupos do Arquipélago (Oriental, Central e Ocidental). A investigação insular está a cargo da Dra. Maria Clara Rolão Bernardo da Universidade dos Açores.
É, sem dúvida, um projecto de grande valor, uma vez que a linguística açoriana é também um dos nossos mais valiosos patrimónios.

A Professora Lurdes Moutinho e seu guia, Sr. Fagundes

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Simpatia e “Chico Maria”

Maria Fernanda Cruz de Barros e Daniela Sofia da Cruz Nunes de Barros, Técnica Superior de Desenvolvimento Rural, na ADICES- Santa Comba Dão, visitaram, na companhia de Ana Cristina Brasil de Barros, empresária, e de Bruno Cruz Nunes de Barros, Técnico de Climatização, o território “Da Resistência”.

Albert de Sousa, a improvisar desde1972

Da Artisia, EUA, chega-nos Albert de Sousa, acompanhado de dois amigos, José Gonçalves (gerente de uma loja) e João Azevedo (empresário). Albert, natural da Urzelina na Ilha de S.Jorge, está na Califórnia há 40 anos. De novo nos Açores, é convidado a “cantar de improviso” nas várias festas a decorrer, neste mês, na Ilha Terceira. Encontrar-se-á com os improvisadores José Eliseu, o “Retornado” e o “Santa Maria”.
Após uma generosa prova, e em jeito de despedida, somos granjeados com uma bela quadra de improviso,

Um dia a passear,
Desfrutei de algo incomum.
Adorei os vinhos provar
No Museu da Família Brum.

Matemáticas e ciências da natureza

Na companhia de Joaquim André Azevedo de Carvalho, 2º Cabo da Força Aérea Portuguesa, estacionado na B.A. 4 das Lajes, ilha Terceira, estiveram no território “Da Resistência” Petra Carina Pereira Pinho, professora na EB2/3 Soares dos Reis em Vila Nova de Gaia; Telmo Filipe Sousa Neves, professor na EB 2/3 de Valadares, Vila Nova de Gaia; Sónia Alexandra Azevedo de Carvalho, professora na EB2/3 e Secundária (Padre) Martins Capela, em terras do Boro.

Bacchus entre nós

Encontra-se atracado à marina da Praia da Vitória o iate Bacchus.

Os seus dois tripulantes, Angelika Maria Elizabette e Johannes Lenz estiveram no território “Da Resistência”.

“Bacchus” e sua tripulação já viajaram pelo Mediterrâneo. Turquia, Croácia, Chipre e Síria, muitos foram os seus destinos. Agora nas Ilhas dos Açores, é de louvar a sensibilidade e espírito aventureiro deste casal alemão, que procurou conhecer os Açores de uma forma dinâmica e detalhada, do contexto cultural histórico (claramente pesquisado) e participando no quotidiano insular.
De salientar ainda que há um Diário de Bordo do “Bacchus”, com constantes actualizações dos seus tripulantes (aqui).

domingo, 2 de agosto de 2009

Quinta de Entráguas

O médico Dr. Álvaro Rui Queirós Teixeira de Sousa, proprietário da Quinta de Entráguas em Santa Maria do Zêzere (Baião), visitou, na companhia de sua esposa e filha, o Museu do Vinho dos Biscoitos da Casa Agrícola Brum Lda. Ainda no território “Da Resistência”, ficamos a saber que a Quinta têm neste momento 10 hectares de vinha em cordão simples onde predominam as castas Avesso e Pedernã.
Actualmente, D. Bico é a marca do vinho desta propriedade. No entanto, em breve estará no mercado um novo produto com a marca Quinta de Entráguas. Uma produção limitada de 2000 garrafas de espumante bruto, com a casta Avesso, de grande qualidade.

Família Maduro-Dias

Na companhia de sua Família, esteve no território “Da Resistência” Francisco dos Reis Maduro-Dias, conhecido historiador e investigador açoriano, Presidente do Instituto Histórico da Ilha Terceira e Grão Conselheiro da Confraria do Vinho de Verdelho dos Biscoitos.

Na foto (a contar da direita): Francisco Maduro-Dias; Lucília Maria das Neves Carrapa Maduro-Dias, Técnica de Reinserção Social; Cristiana Sofia Alves de Mesquita Rodrigues, Eng.ª Química e Biologia; Tiago dos Reis Carrapa Maduro-Dias, Eng.º Informático; Miguel de Oliveira Carrapa Maduro-Dias e José Manuel Neves Carrapa.