sábado, 19 de dezembro de 2009

MusicAtlântico 2009

A ópera “La Spinalda” de Francisco António de Almeida (1), pela Orquestra “Os Músicos do Tejo”, encerra a "Temporada MusicAtlântico 2009" no Auditório do Ramo Grande, na cidade da Praia da Vitória, hoje dia 18 de Dezembro, pelas 21H30.

(1) Francisco António de Almeida (1702-1755), foi autor da primeira ópera representada em Portugal, "La Pazienza di Socrate" (1733), estreando "La Spinalba ou o Velho Doido" em 1739, nos Paços da Ribeira.

“Almanaque do Camponez”

Já se encontra nas bancas o Almanaque do Camponês para 2010, fundado em Angra do Heroísmo por Manuel Joaquim de Andrade.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Turismo sénior

Mais um grupo de turistas seniores “comandado” por Tânia Almeida, Guia Interprete Nacional, entrou em território “Da Resistência”. Após a visita ao Museu do Vinho da Casa Agrícola Brum Lda. tiveram a oportunidade de degustarem o generoso “Chico Maria”.

Já nos referimos à simpática Tânia Almeida aqui.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Palacete Silveira e Paulo

A família Silveira e Paulo mandou demolir o Solar dos Noronha para no mesmo local construir este Palacete, sito na freguesia da Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Angra do Heroísmo.

Domingos Machado da Silveira e Paulo

Da sua bibliografia organizada pelo escritor Alfredo Luís Campos e publicada no jornal “O Dia”, extraímos os seguintes períodos:

“Domingos Machado da Silveira e Paulo nasceu em 1855, na ilha do Pico.
Ainda criança veio para esta cidade de Angra do Heroísmo, onde foi empregado do comércio, e por todos estimado.
Em 1870 embarcou para S. Tomé dedicando-se primeiramente á vida comercial, que por doença foi obrigado a abandonar três anos depois. Quando restabelecido dedicou-se á vida agrícola, para a qual tinha decidida vocação.
Principiou por empregado da importante fazenda “Monte Café”, administrada então por Nicolau José da Costa.
Em poucos meses conquistou, pelo seu amor ao trabalho e honestidade de carácter, a estima e confiança do seu patrão, ficando á frente do negócio quando este se ausentava.
Em 1878 passou o “Monte Café” a ser propriedade da família Chamiço.
Devido ás sobejas provas que Domingos Machado da Silveira e Paulo havia dado do seu inteligente tacto administrativo, foi a pedido do então governador do Banco Ultramarino, conselheiro Chamiço, principal proprietário da referida propriedade encarregado por conta do mesmo Banco, da fazenda “Água-Isé”.
Isto sucedeu quando S. Tomé atravessava uma época de crise difícil, mas o novo administrador houve-se por forma tal que mereceu os maiores elogios, os quais se acham consignados no relatório do Banco, quando a direcção teve de prestar contas dos seus actos á assembleia geral.
Daqui resultou a muita consideração que lhe votaram o conselheiro Chamiço, e toda a direcção do Banco.
Foi presidente da Câmara Municipal de S. Tomé.
E 1880 veio, a Angra do Heroísmo, visitar a sua família.
Em 1881 o seu irmão, João Jorge da Silveira e Paulo, comendador, rico proprietário e capitalista, resistente em Lisboa, veio para Angra do Heroísmo estudar; e em 1882 seguiu para S. Tomé, onde sob a direcção e influência do prestigioso e respeitado nome de seu irmão, aprendeu a trabalhar alcançando a grande fortuna.
Domingos Machado da Silveira e Paulo foi casado duas vezes.
A primeira com a terceirense D. Maria de São Guilherme Machado da qual não houve descendência. Faleceu em S. Tomé em 9 de Junho de 1891, aos 20 anos de idade. Os seus restos mortais foram trasladados para o cemitério do Livramento da cidade de Angra do Heroísmo, e estão em jazigo da família.
A segunda com sua sobrinha D. Olívia Soares da Silveira, da qual houve sete filhos.
Domingos Machado da Silveira e Paulo faleceu a 19 de Junho de 1907.”


AA-1909

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Nos Biscoitos

Na companhia de Luís Andrade, Carlos Enes e Rodrigo Mira, do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), visitaram o Museu do Vinho dos Biscoitos da Casa Agrícola Brum Lda. Magno Gonçalves, representante da “Volwagem” António Manuel, representante da “Mercedes”, e Adelino Cunha, “Futuro Vida”.
Ainda em território “Da Resistência” degustaram um "espírito da vida" produzido e engarrafado pela C. A. B. Lda.

Já nos referimos ao S.R.P.C.B.A. aqui, aqui e aqui.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

“Memória duma tragédia” – 1962

(…)
A água subiu, galgou,
Nada a podia aguentar
Terrenos e hortas levou
Para as profundezas do mar
(…)
Essa tromba que caiu
Lá do céu se escondia
Do Raminho até Agualva
Apenas água se via

As ribeiras não levavam
A água em louca corrida
Para os caminhos transbordavam
Com a mais larga medida

(…)

Era terra um vasto mar
Com a água enfurecida
Só se podendo andar
Com risco da própria vida

Na casa além da ribeira
Casa pobre, mas honrada
Mora a família Ladeira
Séria, honesta e educada

Morava marido e consorte
Com filhos que o céu lhes deu
Foi lá que o anjo da morte
As negras asas bateu

Vieram à ponte fatal
Ver de perto a ribeira,
Cruel chamada do mal
Para viagem derradeira

(…)

In João Vital – Memória duma Tragédia -( em 8 de Dezembro de 1962) edição de 1963- União Gráfica Angrense – Terceira -Açores

Hoje, dia 15 de Dezembro de 2009, a freguesia de Agualva, entre outras da Ilha Terceira, volta a conhecer a fúria das águas.

Grupo Desportivo do Centro Social do Juncal

Acompanhados pela terceirense Neusa Gomes, guia da natureza, visitaram o Museu do Vinho dos Biscoitos Marco Polo Rodrigues e Francisco Santos, respectivamente treinador e atleta de ténis de mesa do Grupo Desportivo do Centro Social do Juncal, concelho da Praia da Vitória.