domingo, 30 de junho de 2013

Festas do Divino em Santo Antônio de Lisboa


O Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC promove de 02 de Julho a 15 de Agosto, em Florianópolis, “Festas do Divino em Santo Antônio de Lisboa”, uma exposição de 35 fotografias da autoria de Edson Luiz da Silva, também conhecido pelo “Velho Bruxo”. 
Local: Espaço Cultural do NEA – Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil).
Horário: Segunda a Sexta-feira das 9 às 12 e das 14 as 17 horas

“As festas do Espírito Santo sempre misturam o sagrado e profano e até hoje mantém inalterados os rituais que chegaram ao Brasil no século XVIII. Hoje, só na cidade de Florianópolis, acontecem 15 festas do Divino.”
Fonte: NEA

terça-feira, 25 de junho de 2013

Ciclo do Touro


O “Ciclo do Espírito Santo”  aqui

“Astro Rei”- Marcha da Rua de São João (2009)

“As festas populares de São João de longa data se acham generalizadas por todo o mundo e encontram-se eivadas de sobrevivências pagãs. Para isto devia ter contribuído a coincidência da época da sua celebração com o solstício, festejando ruidosa e solenemente na antiguidade pelos povos pagãos, em honra do sol e da fecundidade.

A darmos crédito a certas interpretações, a-pesar-da doutrina da igreja que mandava não fazer caso dele, (Sermão de Santo Eloi no século VII, citado por Teófilo Braga no “Povo Português”, II-58), à fixação da data não foi estranho o solstício do verão. No simbolismo dos primeiros tempos do cristianismo, Cristo era o Sol novo, cujo Natal, coincidia com o solstício do inverno, data em que os dias começam a crescer. Daí o fixar-se a festa do Santo precursor no solstício do verão, quando minguam, por dizer o Evangelho de São João – opotet illum crescere me autem minui ou, como traduziu Frei Joaquim da Nossa senhora da Nazaré, “é necessário que ele cresça e que eu diminua”. (…)

“Consigo trouxeram para as ilhas os primeiros povoadores os costumes portugueses, que têm chegado até nós, embora as festas joaninas cada vez mais esquecidas estejam em risco de desaparecerem.
Na Terceira há a distinguir as festas populares das da nobreza de Angra.

Á semelhança da Côrte, os nobres terceirenses organizavam bandos, cavalhadas, encamizadas, touradas, iluminações e festas religiosas, estas na ermida própria edificada nos princípios do século XVI, no canto da Rua de São João para a Rua da Sé, então denominada das Covas à Praça, do lado da Praça, por João Vieira o Velho. A ermida, há mais de um século profanada e substituída por casa de habitação, estava disposta por forma que da rua se viam os actos do culto, aos quais assistia a nobreza a cavalo, bem como, por determinação do Bispo D. Jerónimo Teixeira Cabral, em 1611, o cabido da Sé."
 In “Açoreamento”, Vol. VI, Fascículo II, p. 127

Continua

domingo, 23 de junho de 2013

Art.Revisited um projecto Re.Function

Exposição Colectiva no MAH

Como já referimos aqui, a Art.Revisited inaugurou ontem no Museu de Angra do Heroísmo uma exposição   que reúne obras dos artistas Ângela Castillo Rojas, Diana Coelho, Luís Brum, Paulo Arraiano, Paulo Ávila e Sara Leal, da residência artística Re.function – the eco sustainable art. Uma produção de Anhí Meyer, Paulo Arraiano, Paulo Ávila Sousa e Sara Leal, que contou com a presença do Dr. Paulus Bruno, director do MAH, que salientou a importância da Art.Revisited e a excelência dos trabalhos expostos. Marcaram presença várias personalidades da cultura, assim como alguns dos artistas presentes neste evento, que fizeram uma breve apresentação dos seus trabalhos.



 Durante uma performance, no claustro do antigo Convento de São Francisco, pela artista colombiana Ángela Castillo Rojas, intitulada The Special [F] projet, apareceu entre a assistência  o generoso “Chico Maria” e a habitué de jelly shots.


“A Art.Revisited é a residência artística que acolhe este colectivo. A sua missão é apoiar as artes e a inovação transdisciplinar, acrescentando valor e sustentabilidade aos projectos associados. Cria-se um pólo intercultural e de partilha entre diferentes linguagens confluentes, através da pintura, instalação, performance, vídeo, escultura, entre outros. Na residência privilegia-se a reutilização e descontextualização dos objectos enquanto processo artístico. Mais do que um conceito ou técnica, re.function é um estilo de vida e, como tal pode adaptar-se a inúmeras áreas e espaços. Da relação simbiótica entre os artistas no acto de produção, eis que surge o objecto - artístico, apresentado nesta exposição.” In Catálogo da exposição.

sábado, 22 de junho de 2013

Compilação da Imprensa (39)


"Sacerdotes não sentem dificuldade em encontrar vinho para as missas"

In Diário Insular – Outubro de 1998

Carregar na imagem para melhor ler

Outras "Parras" :

Planta da Freguesia dos Biscoitos (ano 1830) aqui

Plantas Vasculares nas Vinhas dos Biscoitos (ano 1971) aqui.

"A vinha perde-se e a população nada ganha" (ano 1994) aqui.

"Região de Biscoitos, nos Açores - Casas em vez de vinhas" - Santos Mota (ano 1994) - aqui.

"Biscoitos: que futuro? "-José Aurélio Almeida (ano 1996) - aqui.

"As Vinha dos Biscoitos" -Bailinho de Carnaval da Freguesia das Fontinhas. (ano 1997) aqui.

"Uma virada nos Biscoitos"(Açores)- (ano 1998) aqui.

O viticultor açoriano está envelhecido (ano 1998/99) aqui

“Provedor de Justiça dá razão à Confraria” (ano 1999) aqui.

“Museologia de Interpretação da Paisagem Ecomuseu dos Biscoitos, da ilha Terceira” - por Fernando Santos Pessoa (ano de 2001) aqui.

"Carta de risco geológico da Terceira" (ano ano 2001) aqui.

"Paisagem Báquica - Memória e Identidade" - Aurora Carapinha (ano 2001) aqui.

“A Paisagem Açoriana dos Biscoitos” - por Gonçalo Ribeiro Telles (ano 2002) aqui.

"Fadiga sensorial" (ano 2007) aqui.

"Defender curraletas!" (ano 2007) aqui.

"Tutores" (ano 2007) aqui.

"Rememorando as origens dos Biscoitos nos séculos XV e XVI"- por Rute Dias Gregório (ano 2008) aquiaqui e aqui.

“A Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo” - por Margarida Pessoa Pires (ano 2009) aqui.

Biscoitos de Lava para os “sete magníficos” (ano 2011) aqui

Produtores engarrafadores e produção de vinho nos Biscoitos em 2012-  Aqui


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Ex – Líbris báquicos (11)


ROGER MEYER
D.: A. Schweitzer. Reforme. Le numismate. Philatélie. Gunsbach
G.: Daniel Meyer (Francês)
T.: Xilogravura
Colecção.: Museu do Vinho dos Biscoitos da Casa Agrícola Brum

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Exposição colectiva Art.Revisited no Museu de Angra do Heroísmo

Inauguração Sábado dia 22 de Junho pf (17h30). Encerra a 29 Setembro pf


Art.Revisited apresenta um colectivo de artistas que partilham entre si um discurso ligado a movimentos de transição socio-antropológicos, explorando o paradigma sagrado/profano, a poesia do ser insular e o culto dos objectos, revisitando o primitivo. A colecção compõe um diálogo entre o passado e o mundo contemporâneo, explorando as origens e a actual sociedade, a utopia de transformar e activar o mundo que nos rodeia, entre dicotomias aparentemente antagónicas que se encontram e fundem neste espaço.”

A exposição conta com a participação dos artistas locais, Sara Leal , Paulo Ávila Sousa, Luís Brum e os  artistas internacionais, Ángela Castillo Rojas, Paulo Arraiano e Diana Coelho.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Clube Rotário de Angra do Heroísmo


O Clube Rotário de Angra do Heroísmo - Cidade Património Mundial encerrou o ano rotário de 2012/2013, presidido por João Maria Mendes, com um jantar/convívio no Restaurante do Museu Agrícola da Ilha Terceira no passado dia 12 de Junho.
O repasto começou com uma prova de queijos das ilhas Terceira (queijo Vaquinha), Graciosa e São Jorge na qual foi servido o tranquilo "Donatário" da Casa Agrícola Brum.